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Sede de simplicidade

  • Foto do escritor: Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
    Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
  • 8 de jan. de 2019
  • 1 min de leitura

Paiva NettoErnest Renan (1823-1892), filósofo, historiador e livre-pensador francês, citado por Humberto de Campos (1886-1934) em “Carta a Gastão Penalva” (1887-1944), seu colega da Academia Brasileira de Letras (ABL), preconizava que “o cérebro queimado pelo raciocínio tem sede de simplicidade, como o deserto tem de água pura”. Isso igualmente ocorre em relação à Verdade Divina, da qual o Espírito humano não pode abrir mão, tanto que, quando ele estiver exausto de inutilmente lutar contra a própria libertação — muitas vezes sem perceber que assim está agindo —, ela, a Verdade Divina, virá iluminá-lo com a sua luz delicada e serena. Observemos a lição que nos deixou o Abolicionista Celeste: “Conhecereis a Verdade , e a Verdadevos libertará” (Evangelho, segundo João, 8:32). Vale recordar que Jesus esteve visivelmente entre nós por apenas 33 anos. Contudo, consoante o prosador grego Luciano de Samósata (125-192) anotou: “A vida humana vale mais por sua intensidade de aprendizado do que por sua extensão”. Desde que ela cesse unicamente na hora marcada por Deus, pois, conforme ensinava o saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, Alziro Zarur (1914-1979): “O suicídio não resolve as angústias de ninguém.José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com________________________________________ServiçoTesouros da Alma (Paiva Netto), 304 páginas. À venda nas principais livrarias.    

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