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Baixas temperaturas aumentam atenção com a saúde respiratória de cães e gatos

  • há 2 dias
  • 1 min de leitura

Com a chegada do inverno, aumentam os cuidados necessários com a saúde respiratória de cães e gatos. As baixas temperaturas, a redução da umidade do ar e o hábito de manter os animais em ambientes mais fechados favorecem a circulação de vírus e bactérias.



Entre os cães, uma das doenças mais comuns nesta época é a traqueobronquite infecciosa canina, conhecida como gripe canina. Nos gatos, a principal preocupação é com a rinotraqueíte infecciosa, causada pelo herpesvírus felino.


Sinais de alerta


A veterinária Amanda Vaz, especialista do Veros Hospital Veterinário, alerta que o diagnóstico precoce ajuda a evitar complicações, especialmente em filhotes, idosos e animais com doenças preexistentes. Tosse persistente, espirros frequentes, secreção nasal ou ocular, respiração acelerada, cansaço excessivo, perda de apetite, febre e apatia devem motivar consulta veterinária.


Sem tratamento adequado, algumas infecções podem evoluir para bronquite crônica, sinusite, insuficiência respiratória e, no caso dos gatos, até comprometimento ocular. Também pode ocorrer desidratação causada pela menor ingestão de água e alimento.


Prevenção no inverno


Medidas simples ajudam a proteger os pets: manter a vacinação em dia, evitar exposição prolongada ao frio e correntes de ar, garantir locais aquecidos para descanso, manter ambientes limpos e ventilados, evitar contato com animais doentes e oferecer alimentação equilibrada e boa hidratação.


Pets com bronquite canina, asma felina ou colapso de traqueia merecem atenção especial, pois o ar frio e seco pode intensificar crises. Raças braquicefálicas, como Pug, Shih Tzu, Buldogue Francês, Boxer e gatos Persa, também podem apresentar maior dificuldade respiratória.


Serviço


Fonte: Amanda Vaz, especialista do Veros Hospital Veterinário Crédito da imagem sugerida: Freepik Assessoria: Target SP

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