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Os parques e praças mais bonitos do Paraná para visitar

  • há 2 horas
  • 4 min de leitura

Entre áreas de conservação, jardins históricos e praças urbanas, o Paraná reúne alguns dos espaços públicos mais belos e bem estruturados do Brasil.


Vista panorâmica reunindo o Jardim Botânico de Curitiba, Parque Barigui, Parque Tanguá, Parque Estadual de Vila Velha e Cataratas do Iguaçu.
Ilustração editorial criada com Inteligência Artificial (ChatGPT/OpenAI), produção exclusiva para o Paranashop.

Quem percorre o Paraná logo percebe que a natureza ocupa um lugar privilegiado no cotidiano das cidades. De grandes parques urbanos a reservas ambientais e praças centenárias, o Estado oferece espaços que combinam lazer, preservação ambiental, esporte, cultura e turismo. Muitos deles se transformaram em cartões-postais e recebem milhões de visitantes todos os anos, movimentando a economia local e incentivando hábitos de vida mais saudáveis.


Muito além de áreas para caminhadas, esses locais contam histórias sobre o desenvolvimento das cidades, preservam remanescentes da Mata Atlântica, protegem espécies da fauna e da flora e oferecem experiências que unem moradores e turistas em torno da convivência ao ar livre.


Curitiba concentra alguns dos parques urbanos mais conhecidos do país


A capital paranaense consolidou sua reputação internacional pelo planejamento urbano e pela quantidade de áreas verdes. São dezenas de parques e centenas de praças distribuídos pelos bairros, resultado de políticas públicas iniciadas na década de 1970 para controlar enchentes, preservar rios e ampliar os espaços de convivência.


O principal símbolo da cidade é o Jardim Botânico de Curitiba, inaugurado em 1991. Inspirado nos jardins franceses, possui uma estufa metálica de vidro com cerca de 450 metros quadrados, jardins geométricos, trilhas, museu botânico e uma área superior a 24 hectares.


Outro destaque é o Parque Barigui, criado em 1972. Com aproximadamente 140 hectares, tornou-se um dos principais pontos de encontro da cidade. O lago, as pistas para caminhada, ciclovias, churrasqueiras, academia ao ar livre, restaurantes e a presença constante de capivaras fazem do parque um dos mais visitados do Paraná.


O Parque Tanguá, inaugurado em 1996, ocupa uma antiga pedreira desativada. Seus mirantes, cascatas artificiais, jardins e túneis transformaram o local em um dos cenários mais fotografados de Curitiba.


Também merecem destaque o Parque São Lourenço, o Bosque Alemão, o Bosque do Papa, o Parque Tingui e o Passeio Público, inaugurado em 1886 e considerado o parque mais antigo da capital.


Praças históricas preservam a memória das cidades


Além dos parques, diversas praças se tornaram referências culturais e turísticas.

Em Curitiba, a Praça Tiradentes representa o marco zero da cidade. Ali está a Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais e parte da história do surgimento da capital.


Outra referência é a Praça General Osório, palco de feiras gastronômicas, eventos culturais e atividades ao ar livre.


No Largo da Ordem, a Praça Garibaldi preserva construções históricas, museus e recebe a tradicional Feira do Largo aos domingos.


Em Londrina, a Praça Tomi Nakagawa revitalizou uma antiga área ferroviária e se tornou espaço para eventos, apresentações e lazer.


Já em Maringá, a Praça da Catedral é um dos principais cartões-postais do Norte do Paraná, cercada por áreas ajardinadas e pela imponente Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória.


Natureza preservada atrai turistas de todo o Brasil


O Paraná também reúne parques estaduais que figuram entre os principais destinos de ecoturismo do país.


O Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, possui aproximadamente 3.800 hectares. Criado em 1953, protege formações rochosas esculpidas pela ação do vento e da chuva ao longo de milhões de anos, além das Furnas e da Lagoa Dourada. A estrutura oferece centro de visitantes, transporte interno, passarelas e trilhas guiadas.


Em Foz do Iguaçu, o Parque Nacional do Iguaçu abriga cerca de 185 mil hectares de Mata Atlântica preservada e as Cataratas do Iguaçu, reconhecidas como Patrimônio Natural da Humanidade e uma das Sete Maravilhas Naturais do planeta. A infraestrutura inclui centro de visitantes, ônibus panorâmicos, ciclovias, trilhas e passeios de barco.


Outro destaque é o Parque Estadual do Guartelá, entre Tibagi e Castro. O local protege um dos maiores cânions do Brasil, além de campos naturais, cachoeiras e pinturas rupestres.


Na região dos Campos Gerais, o Buraco do Padre também ganhou notoriedade nacional graças à enorme furna onde uma cachoeira de aproximadamente 30 metros despenca entre paredões de arenito.


Áreas verdes ajudam a transformar a qualidade de vida


Especialistas em urbanismo observam que parques e praças deixaram de ser apenas locais de contemplação. Eles passaram a funcionar como equipamentos públicos fundamentais para reduzir ilhas de calor, controlar enchentes, preservar rios e incentivar atividades físicas.

Nos fins de semana, famílias ocupam gramados para piqueniques, crianças brincam nos playgrounds, atletas utilizam pistas de corrida e ciclistas percorrem quilômetros de ciclovias. O movimento beneficia cafeterias, restaurantes, hotéis, empresas de turismo, locadoras de bicicletas e pequenos comerciantes instalados nas proximidades.


Outro aspecto relevante é o fortalecimento do turismo regional. Muitos visitantes organizam roteiros exclusivamente para conhecer parques e áreas naturais do Estado, especialmente em períodos de férias e feriados prolongados.


O crescimento das redes sociais também ampliou a visibilidade desses espaços. Mirantes, lagos, jardins floridos e trilhas passaram a integrar roteiros fotográficos, impulsionando ainda mais o fluxo turístico.


Patrimônio que merece ser preservado


A combinação entre planejamento urbano, preservação ambiental e acesso gratuito transformou parques e praças em parte da identidade paranaense. Eles representam um patrimônio coletivo que melhora a qualidade de vida, fortalece o turismo e aproxima a população da natureza.


À medida que as cidades crescem e a verticalização avança, esses espaços tornam-se ainda mais valiosos. Mais do que cenários para fotografias ou caminhadas, eles funcionam como refúgios urbanos capazes de reunir diferentes gerações e lembrar que desenvolvimento e preservação ambiental podem caminhar lado a lado.

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