O Amor é o Elo Achado
- Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
- 7 de fev. de 2018
- 2 min de leitura
Reflexão de Boa Vontade
O Amor é o Elo Achado
Paiva Netto
O Amor é a suprema definição da Divindade. É o elo perdido que a criatura busca na imensidão do estudo científico, que, para mais rapidamente progredir no âmbito social, tem de irmanar-se à Fé sem fanatismos, a fim de encontrar esse elo. Há tanto tempo considero que a Ciência (cérebro, mente), iluminada pelo Amor (Religião, coração fraterno), eleva o ser humano à conquista da Verdade! E o que mais é o Amor? O Amor é o grande campeão das mais difíceis batalhas. Supera todos os sofrimentos.
Logo, intensifica sua atitude confortadora quando o desassistido ou o ser amado precisa de socorro. O Amor não pede para si mesmo. O Amor oferece o auxílio que o desamparado suplica. O Amor, com discrição, atende até ao apelo não abertamente expresso. O Amor não deserta, pois ajuda sempre. Nunca traz destruição. Propicia a Paz. O Amor não adoece. Ele se renova para recuperar o enfermo do corpo e/ou da Alma. Não promove a fome. Pelo contrário, fornece o alimento. O Amor instrui e liberta, porquanto reeduca e espiritualiza. O Amor não constrange, porque confia. Por esse motivo, poetizou
(1861-1941), famoso bardo e filósofo hindu, amigo de
(1869-1948): “
O Amor é tudo: o enlevo da existência, pois afasta o temor. O Amor, quando verdadeiramente é ele mesmo, sempre triunfa, visto que não coage nunca. Enfim, o Amor governa, porque é Deus, mas igualmente Justiça. O Amor é o Elo Achado
.
José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com
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(trecho extraído do novo livro
, de Paiva Netto — Editora Elevação, 304 páginas) — Aqui, o autor faz uma antítese ao “elo perdido”, expressão utilizada, em 1851, por
(1797-1875), mentor de
(1809-1882). Mais conhecido como “fóssil de transição”, em Paleontologia, diz respeito ao organismo que reúne características dos seus descendentes e antecessores evolutivos, preservadas no registro fóssil. Na investigação da história evolutiva dos seres humanos, procura-se o “fóssil de transição” entre o macaco e o homem. Alguns fósseis de hominídeos têm sido estudados, e o mais famoso é
, um exemplar da espécie
. A busca prossegue, e outros hominídeos já foram descobertos depois de Lucy. Contudo, ainda não se tem a certeza de que sejam o “elo perdido” dessa árvore filogenética, à qual pertencemos.



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