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Método de ensino maker está sendo um grande aliado na formação pessoal dos alunos

  • Foto do escritor: Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
    Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
  • 28 de abr. de 2022
  • 2 min de leitura

Método de ensino maker está sendo um grande aliado na formação pessoal dos alunos

O Fórum Mundial de Educação realizado em Dakar, capital do Senegal, no ano de 2000, estabeleceu o dia 28 de abril como o Dia Mundial da Educação. A comemoração é um marco simbólico que representa o compromisso firmado pelos 164 países presentes em difundir as fases do ensino escolar para todos, uma vez que o papel da educação na formação pessoal é fundamental. “É por meio do aprendizado que se desenvolve empatia, adquire consciência crítica e entende-se o seu lugar no coletivo.  A educação forma cidadãos melhores e capazes de enfrentar as constantes transformações da sociedade”, afirma Regina Crestani, diretora do Colégio João Paulo I Higienópolis. O mundo escolar está em constantes transformações e adaptações. As aulas online impostas pela pandemia da covid-19 que iniciou em 2020 e o ensino híbrido em que os alunos alternavam entre suas casas e a salas de aula, são provas de que tudo muda e evolui, e que não é diferente quando o assunto é o ensino maker. O método "mãos na massa” tem o objetivo de fazer o aluno como protagonista da sua jornada em busca do aprendizado. Unindo a teoria e a prática, ele proporciona o conhecimento por meio da experimentação.  O maker se aproxima da educação como forma de gerar interpretações e dinamismo ao que se aprende em sala de aula. “São nos espaços maker que os estudantes desenvolvem suas habilidades, que são mais alinhadas às suas competências e interesses. O ensino maker é um mundo de possibilidades”, comenta Adriana Pegoraro professora do Maker- fundamental Anos Finais do colégio João Paulo I Higienópolis e Praia de Belas (JPHIGI) que implementou o método em 2020. No Dia Mundial da Educação, Adriana Pegoraro ressalta a importância do ensino prático para o desenvolvimento cognitivo dos estudantes. “Ao tirar do papel toda a teoria vista em sala de aula, os alunos têm a oportunidade de se relacionarem com o ambiente, com as condições presentes e com os possíveis resultados daquela prática. Como agentes do próprio processo de aprendizado, eles absorvem as informações com mais facilidade e profundidade”, diz. Para ela, o papel dos educadores é demonstrar, e trazer para o dia a dia escolar, a diferença que o método “mãos na massa” faz na realidade de cada pessoa envolvida no sistema educacional. “É preciso fazer com que os estudantes sejam ativos e promovam vivências enriquecedoras. Já é comprovado que a experimentação na didática pode assumir diferentes sentidos e servir à diversos propósitos, por isso, o Colégio João Paulo I Higienópolis e Praia de Belas (JPHIGI) está comprometido a explorar todo esse potencial”, finaliza.

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