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Instinto ou diplomacia?

  • Foto do escritor: Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
    Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
  • 6 de jun. de 2019
  • 1 min de leitura

Para ser diplomata não é necessário ter apenas uma boa lábia

Instinto ou diplomacia?

É um grande desafio para nós exercer a diplomacia, pois é necessário superar um de nossos maiores instintos: reagir. Ao invés de responder de maneira rude ou grosseira, o melhor é ponderar e articular com inteligência.

Entre as 17 Leis do Triunfo, escritas por Napoleon Hill, duas trabalham juntas para conceber a diplomacia: o Autocontrole e a Personalidade agradável. Estão presentes características como a capacidade de atuar sob pressão, diminuindo os estresses, tendo domínio de si mesmo, depois, a habilidade de potencializar as relações humanas, sabendo como e quando agir, respectivamente.

Atitudes como controlar críticas, não agir de maneira ranzinza e ter sempre um sorriso no rosto são motivadas dentro da Master Mind, que visa criar líderes diplomáticos. “Sem dúvida, os que conseguem estão passos à diante das demais pessoas” explica Jairo Ferreira Filho, CEO da Master Mind Curitiba.

A escola que desenvolve o potencial e forma líderes empresários crê que atuar da melhor forma em situações de tensão é muito importante, também outras qualidades que estão entre os demais fundamentos do Triunfo.

A Master Mind funciona em parceria com a The Napoleon Hill World Foundation – Indiana/USA, mundialmente respeitada, que proporciona certificação e reconhecimento internacional.

Serviço: MasterMind Curitiba e Campos Gerais

Jairo Ferreira Filho

CEO da MasterMind Curitiba e Campos Gerais

 (41) 99542-1314 / (41) 99528-9692

 
 
 

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