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Francisco de Assis e a prece

  • Foto do escritor: Da Redação com Assessoria
    Da Redação com Assessoria
  • 5 de out. de 2022
  • 2 min de leitura

Paiva Netto

Em 4 de outubro, comemoramos o Dia de 

São Francisco de Assis

, patrono da Legião da Boa Vontade e, costumamos chamar, Santo do Ecumenismo. O caridoso da Úmbria deve ser lembrado, principalmente, pela coragem que teve de vencer o egoísmo reinante em sua época (e em todos os tempos), reformando as Almas pelo exemplo de renúncia e amor ao próximo. A grandeza do “Poverello” reside no ter-se integrado, abnegadamente, à Divina Vontade do Cristo. É, portanto, o melhor caminho para todos nós. Aspirações nobres  pressupõem supinas responsabilidades, que só podem ser levadas a bom termo quando a inteligência do Plano Espiritual permear as decisões humanas, não somente na Religião, mas na Política, na Ciência, na Filosofia, na Arte, no Esporte, enfim, em todos os aspectos humanos e sociais, porque nenhum deles pode prescindir da inspiração do Alto. Aí o papel da oração, à qual todos devemos recorrer, não apenas nos momentos de dor, mas como exercício diário para o fortalecimento do Espírito e o refinamento da nossa sintonia com o Pai Celestial. Nunca é demais, pois, transcrever a magistral prece de São Francisco de Assis, que o saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, 

Alziro Zarur

 (1914-1979), deixou, à posteridade, imortalizada em sua voz. Ela alenta os corações de milhões de ouvintes e telespectadores da Super Rede Boa Vontade de Comunicação:

“Senhor, fazei de mim um
instrumento da Vossa Paz;
onde haja ódio, consenti que eu
semeie Amor;
perdão, onde haja injúria;
fé, onde haja dúvida;
verdade, onde haja mentira;
esperança, onde haja desespero;
luz, onde haja treva;
união, onde haja discórdia;
alegria, onde haja tristeza.
Ó Divino Mestre!
 Permiti que eu não procure
 tanto ser consolado quanto consolar;
 compreendido quanto compreender;
amado quanto amar.
Porque é dando que recebemos;
perdoando é que somos perdoados;
e morrendo é que nascemos para a
Vida Eterna”.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

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