As visões de Tesla
- Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
- 10 de dez. de 2021
- 2 min de leitura
Paiva Netto
O grande gênio da Ciência
(1856-1943) — que inventou e descreveu o sistema de corrente alternada, a bobina de Tesla, motor de indução elétrica, aeronaves sem asa e comunicações interplanetárias — foi testemunha de diferentes fatos que corroboram a existência do Mundo Invisível.
, em seu livro
, descreve-o como um homem incomum, excêntrico, visionário e místico. A autora interrompe sua narrativa a respeito da curiosa personalidade do prestigiado inventor com uma pergunta, no mínimo, instigante:
Ela própria, rompendo a expectativa, prossegue:
Embora talvez receoso, segundo o biógrafo dele,
(1889-1953), em aceitar suas experiências como psíquicas, em virtude do temor de ser associado ao Espiritualismo ou a qualquer corrente que considerasse haver algo mais na formação da vida do que apenas energia e matéria, cedeu à força dos fenômenos ocorridos com ele próprio desde a infância. Conta-nos Julie que, funcionando semelhantemente a um receptor mediúnico, Tesla vivenciou muitos episódios extrassensoriais:
Certa ocasião, relata Julie, Tesla sentiu-se impelido a mandar um telegrama de Nova York afirmando que teve uma visão de que
, sua irmã, estava aparecendo e desaparecendo. Ele suspeitava que ela não estivesse bem, sem, contudo, ter motivos para tal. Porém, sua intuição estava correta. A irmã dele estivera à beira da morte. Como vimos, o renomado cientista, reconhecendo ou não, possuía forte mediunidade, intrínseca a todos nós, consoante lhes tenho explicado. E, por isso mesmo, precisamos, conforme escrevi em “A abrangente missão do Templo da Boa Vontade”, ser evangelizados e apocaliptizados. Abordo o assunto ainda no terceiro volume da coleção
(1996) e no segundo volume das
(1990).
José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.



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