Vencendo as diferenças
- Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
- 12 de nov. de 2021
- 2 min de leitura
Paiva Netto
O dia 25 de junho marca a adoção pela ONU (Organização das Nações Unidas) da Declaração e Programa de Ação de Viena (1993). Consta lá, entre seus 100 tópicos, que
. Sabemos que muito falta fazer para vermos todos os objetivos desse memorável documento integralmente cumpridos. Daí meu empenho de sempre apresentar também nossa modesta colaboração. Aliás, no tocante ao entendimento geral de povos e nações, como escrevi em meu livro
(1987) e anteriormente no
(janeiro de 1984): (...) quando falamos na
de todos pelo bem de todos, alguns podem atemorizar-se, pensando em capitulação de seus pontos de vista na enfadonha planura de uma aliança despersonalizada, o automatismo humano deplorável. Não é nada disso. Na Democracia, todos têm o
(muito mais que o direito) de — honestamente (quesito básico) e com espírito de tolerância — enunciar seus ideais, sua maneira de ver as coisas. Entretanto, ninguém tem o direito de odiar a pretexto de pensar diferente nem de viver intimidado pela mesma razão. Já dizia
(1869-1948) que
. E foi por nisso acreditar que, com certeza, o Mahatma se tornou o personagem principal da independência do seu povo. É ainda do sábio indiano esta notável afirmativa, quanto à necessidade de se fomentar a Cultura de Paz nos corações para vencer as animosidades entre os diferentes:
.
traz à mente o fulgor das crianças nas quais pensamos, ao nos empenharmos em levar-lhes uma cultura de Paz por meio da educação intelectual aliada ao afeto. E lhes apresento o resultado desse esforço, quando benfeito, nas palavras, na ocasião, de um Soldadinho de Deus (carinhosa maneira de nos referirmos às crianças, na LBV), que cresceu sob as asas da Pedagogia do Afeto, bandeira de vanguarda de nossa lide legionária.
tinha 7 anos quando disse:
.
José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.



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