Entre os exames de imagem mais avan
ç
ados para o diagn
ó
stico de doen
ç
as e de outras complicaçõ
es de sa
ú
de, a resson
ância magn
é
tica se destaca como um dos mais precisos, proporcionando imagens de alta definição de estruturas internas do corpo humano. Este m
é
todo n
ão invasivo possibilita uma an
á
lise tridimensional, ajudando a investigar não apenas tumores, mas doen
ç
as neurol
ó
gicas, cerebrais, cardiol
ó
gicas, ortop
é
dicas, hep
á
ticas, renais, entre outras.
A precisão deste exame permite uma visualização mais detalhada de
ó
rg
ãos internos.
“
A grande diferen
ç
a da resson
ância magn
é
tica em relação aos demais m
é
todos
é
que ela tem a maior resoluçã
o de contraste
”
, explica Dr. Bernardo Teixeira, m
é
dico radiologista da Quanta Diagn
ó
stico
p
or
Imagem.
“
Conseguimos
diferenciar muito bem um tendão de um ligamento do m
ú
sculo, por exemplo, o que com outros m
é
todos pode ser mais dif
í
cil. Al
é
m disso, a resson
ância magn
é
tica n
ão tem radiação ionizante. Nã
o h
á
nenhum risco para o corpo humano, diferente dos m
é
todos que usam raio-x
”, completa.
Com tecnologia de ponta, o equipamento gera imagens atrav
é
s de estimulaçã
o eletromagn
é
tica a partir de pr
ó
tons de hidrog
ê
nio em mol
é
culas de
á
gua presentes no organismo do paciente.
“
A resson
â
ncia detecta qualquer alteração de sinal do corpo humano, principalmente quando envolve estruturas que t
ê
m muita
água”
, comenta o m
é
dico. Por esta razã
o,
é
muito indicada em exames de neurologia, em diferentes
á
reas do c
é
rebro, e de ortopedia, que envolvem regiõ
es de m
ú
sculos esquel
é
ticos.
“
Quando h
á
les
ões dessas estruturas, podemos observar mais
á
gua. A resson
â
ncia
é
muito sens
í
vel para detectar alterações sutis que podem não ser vistas em outros m
é
todos
”
, explica. Hoje a ressonância magnética se destaca como um exame de extrema eficiência na ortopedia, com um papel fundamental na avaliação do sistema musculoesquelético, fornecendo informações detalhadas das estruturas envolvidas nas diversas patologias ortopédicas.
Avanços tecnológicos promovem mais eficiência e rapidez no exame
Durante a resson
â
ncia, o paciente
é
posicionado dentro do aparelho, onde permanece durante todo o procedimento. A Quanta oferece um equipamento de
ú
ltima geração, com uma das maiores dimensões internas dispon
í
veis, o que proporciona maior conforto e seguran
ç
a, especialmente para pacientes claustrofó
bicos.
Al
é
m do maior espa
ço fí
sico, a nova tecnologia aumenta
a
confiabilidade e
a agilidade na entrega de resultados e laudos. Segundo Dr. Bernardo, at
é
cerca de dois anos atr
á
s, a resson
â
ncia costumava durar em m
é
dia 30 minutos, de uma forma geral. “Isso depende muito do protocolo. Por exemplo, exames de músculos esqueléticos são mais rápidos, enquanto os abdominais são mais longos. Mas recentemente, com o advento de tecnologias de Inteligência Artificial, a gente conseguiu reduzir esse tempo para um terço, mantendo ou ampliando a qualidade do exame. Eu diria que hoje conseguimos fazer a maior parte dos procedimentos em um período de 15 a 20 minutos. Em alguns casos conseguimos chegar aos 10 minutos”, relata. Esta redução é benéfica principalmente para pacientes claustrofóbicos, que não toleram ficar muito tempo em um ambiente mais restrito e, em alguns casos, necessitam de sedação durante o exame.Além de tecnologia de última geração, a Quanta tem o diferencial de contar com uma equipe de médicos subespecialistas, ou seja, altamente especializados em determinados segmentos do corpo. “São poucos os centros de imagem que trabalham com subespecialistas. Temos neurorradiologistas que examinam as partes do cérebro, da cabeça, da coluna, do pescoço e da face. Também temos radiologistas especializados em músculos esqueléticos, que examinam todas as articulações, além de radiologistas especializados em mama, tórax e abdômen. Eles conseguem fazer uma análise mais aprofundada em cada órgão do que aqueles profissionais médicos que não são subespecialistas”, argumenta.
Polêmica entre os famosos: ressonância de corpo inteiro
Nos
ú
ltimos anos, celebridades dos EUA (como Kim Kardashian) noticiaram que fizeram resson
ância magn
é
tica de corpo inteiro, sem que tivessem suspeitas de algum problema de sa
ú
de, de forma preventiva. No entanto, o m
é
todo n
ã
o
é
recomendado como check-up.“Nenhum exame de imagem deve ser feito sem uma indicação clínica”, afirma Dr. Bernardo. “Esse é um tema bem polêmico, porque as indicações da ressonância de corpo inteiro são muito precisas, feitas em pacientes que já têm um câncer conhecido e o médico está buscando saber se o tumor se disseminou pelo corpo”, esclarece.“Fazer uma ressonância sem indicação médica pode trazer preocupações desnecessárias, pois os exames de imagem também detectam pequenos cistos que não estão relacionados com sintomas do paciente. Isso pode levar a uma investigação clínica, com mais exames e até mesmo biópsias desnecessárias”, explica.Sobre a Quanta Diagnóstico por ImagemFundada em 2003, a Quanta Diagnóstico por Imagem chega aos 20 anos com o compromisso de oferecer tecnologia de ponta e médicos altamente especializados – garantindo laudos de extrema precisão e confiabilidade. “Oferecemos um leque de exames para prevenir, diagnosticar e tratar diversas condições clínicas, disponibilizando todos os serviços de exame de imagem aos nossos pacientes, nas áreas de Ressonância Magnética, Ultrassonografia, Radiologia e Medicina Nuclear. Temos um corpo clínico experiente e uma gestão moderna, voltada para a qualidade dos serviços e o bem-estar dos pacientes”, afirma Danilo Gregio, CEO da Quanta.A clínica, reconhecida como referência em diagnóstico por imagem e também pela comunidade científica, no Brasil e no exterior, tem sua sede localizada na Rua Almirante Tamandaré, 1000, no Alto da XV, em Curitiba (PR). Realiza agendamentos pelo telefone e WhatsApp através do mesmo número: +55 41 3362-9778.



