Ninhos artificiais e réplicas de aves serão usados para salvar espécies em extinção
- Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
- 25 de jan. de 2019
- 4 min de leitura
Localizadas a 1.300 quilômetros do Espírito Santo, no meio do Oceano Atlântico, as ilhas da Cadeia Vitória-Trindade abrigam cerca de 130 espécies, entre plantas, peixes, aves, crustáceos e répteis. Algumas dessas espécies são endêmicas, ou seja, são encontradas apenas naquele arquipélago e em mais nenhuma região do planeta. Um exemplo são as fragatas-de-trindade, conhecidas cientificamente como Fregata trinitatis, que são aves marinhas com menos de 30 indivíduos em todo o mundo, e por isso são consideradas criticamente ameaçadas de extinção. O principal motivo do baixo número populacional é a escassez de árvores, que servem como local de reprodução das aves. Para garantir a sobrevivência desses animais, pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, desenvolveram
ninhos
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