Construir a Paz Global
- Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
- 9 de set. de 2021
- 2 min de leitura
Paiva Netto
A crescente violência urbana, a irresponsabilidade no trânsito, que segue multiplicando vítimas, as relações fragilizadas entre determinados países, a fome em muitas partes do planeta, enfim, esses e outros fatores indicam que se deve repensar atitudes e providências na construção cotidiana da paz global. Na nova edição do meu livro
(2019), comento que, em certos casos, o fim da guerra fria em pouco ou nada arrefeceu rancores e ódios humanos, sociais, políticos, econômicos, religiosos. O 32
presidente dos Estados Unidos, Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), em 5 de setembro de 1939, após a lamentável irrupção da Segunda Guerra Mundial — que ocorreu em 1
de setembro, com a invasão da Polônia pelas tropas alemãs de Adolf Hitler (1889-1945) —, dirigiu-se ao povo norte-americano em discurso transmitido pelo rádio, destacando:
. Conforme escrevi em
(1987) e também na
, em 11 de dezembro de 1988,
. Não sou pessimista, acredito no futuro. Mas ainda há insegurança e crueldade por toda a parte.
Fala-se em Paz. Contudo, mensagem de expressivo sentido encontra-se na Primeira Epístola do Apóstolo Paulo aos Tessalonicenses, 5:3:
. Não estejamos nós contribuindo para a concretização desse quadro, incluído o fato de que pela nossa ação diária somos os maiores predadores do nosso lar coletivo, a Terra, e nisso se concentra o pior perigo. Temos de interromper o emporcalhamento (Isaías, 24:1, 5 e 6) do que nos cerca e, por consequência, parar de destruir vidas. Uma sugestão aos que não têm medo de pensar: leiam, por favor, os fraternos alertamentos do Evangelho e do Apocalipse do Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, sobre a transição dos tempos, até mesmo
, de acordo com a Sua advertência no Evangelho, segundo Mateus, 24:3 a 28; Marcos, 13:3 a 23; e Lucas, 21:7 a 24.
As anomalias climáticas são justamente grave anúncio sobre a realidade das admoestações do Professor Celeste no Novo Testamento da Bíblia Santa. (...) Ora, quem adverte ama. Razão por que Jesus, na Carta à Igreja em Laodiceia, declara:
(Apocalipse, 3:19). Diante disso, o Livro das Profecias Finais pode ser entendido como carinhosa e preocupada admoestação, por conseguinte, um recado do Amor de Deus às Suas criaturas. Perseveremos nos sublimes ensinamentos do Pai Celestial, os quais nos fortalecem para enfrentar com bravura tempos de grande provação, fundamentando nossas esperanças no Divino Criador, que nunca nos abandona. Lembremos sempre a assertiva do saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, Alziro Zarur (1914-1979):
José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.



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