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Comunidades caiçaras no Paraná recebem mutirão de saúde

  • Foto do escritor: Da Redação com Assessoria
    Da Redação com Assessoria
  • 8 de abr. de 2024
  • 2 min de leitura

Entre os dias 29 e 31 de março, a ONG Transborda Caiçara e a Hilab embarcaram numa missão de saúde para realizar exames de sangue em comunidades da Baía de Paranaguá, em Guaraqueçaba, no Paraná. O mutirão, que também realizou consultas médicas e atendimentos de bem-estar, foi determinante para encontrar pacientes com doenças que eles desconheciam. A partir do diagnóstico rápido, três mulheres, com idades entre 20 e 80 anos, puderam receber indicações de tratamento e controle de diabetes, Hipotireoidismo primário e colesterol. A ação objetiva acelerar o acesso ao diagnóstico de doenças para que se possa oferecer tratamento adequado, bem como estabelecer controle epidemiológico, além de levar e garantir a oferta de saúde em lugares ribeirinhos e em regiões remotas, afastadas dos grandes centros. Por conta da localização de difícil acesso, somada às questões de baixo desenvolvimento socioeconômico, a população mais carente, que vive nas comunidades de Guaraqueçaba não costumam realizar exames ou consultas médicas com frequência. Com isso, sentiam os efeitos das doenças, mas não manejavam corretamente, o que impactava não só na qualidade de vida, do ponto de vista de saúde, mas também nas ações de convívio social, disposição para atividades de lazer e educação. “”, comenta Victor Van Vaisberg, que é médico e especialista em educação para as profissões da saúde. Atualmente, o profissional é preceptor de urgências e emergências no Hospital das Clínicas da USP, além de coordenador de campo do Transborda Caiçara.

Em um barco, um grupo com mais de 20 profissionais, entre eles médicos, enfermeiros e biomédicos, seguiu viagem até às comunidades. Nas ilhas, o time foi responsável por realizar exames de Hemoglobina Glicada, Perfil Lipídico, Função renal, TSH, Proteína C-Reativa, Beta HCG e até Hemograma completo. A ação é possível graças aos dispositivos portáteis e tecnológicos da Hilab, biotech especialista em análises clínicas e saúde digital. Os exames acontecem a partir de poucas gotas de sangue, extraídas da ponta do dedo, uma metodologia chamada de punção capilar. As amostras são inseridas em dispositivos que fazem a leitura do material. São os chamados PointOf Care testing, que possibilitam a realização de exames  Com auxílio da Inteligência Artificial e outras tecnologias, os resultados ficam prontos em questão de poucos minutos. “comenta Dr. Bernardo Almeida, infectologista e diretor médico da Hilab. Esta foi a segunda missão da Hilab com a Transborda Caiçara, mas a biotech já realizou mais de 20 ações do tipo, inclusive em áreas de mata, em comunidades indígenas, incluindo o Xingu. “”, explica Carlos Eduardo Chaves, Chief of ESG, People e Legal da Hilab. Wendy de Oliveira (11) 99273-7322 wendy܂oliveira@loures܂com܂br

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