Bezerra, Amor e convivência planetária
- Da Redação com Assessoria
- 15 de ago. de 2022
- 3 min de leitura
Paiva Netto
Dedico ao nobre Espírito dr.
(1831-1900) — respeitado homem público brasileiro que faz jus ao título de “Médico dos Pobres” e aniversariava em 29 de agosto — o artigo de hoje. Ele que soube amar, como poucos, o seu próximo. Amar de Alma pura é uma Lei, e, se soubermos vivê-la dignamente, nos elevaremos, renovando tudo à nossa volta. É semelhante a uma explosão de átomos de concórdia, iluminação que ocorrerá, passo a passo, à medida do nosso amadurecimento. Educar com Espiritualidade Ecumênica é transformar. Reformada a criatura, restaurado estará o planeta. Contudo, sabemos muito bem que tamanho sucesso não se dá de uma hora para outra. Alguns milênios são insignificantes em cálculo histórico. A maturação das mentes requer esforço, paciência... Descressem os que nos antecederam da realidade da vitória à frente do caminho, onde estaríamos? A Esperança não morre nunca!
Jamais se esqueçam de que
é o Libertador Celeste. Ele afiançou que, se conhecermos a Verdade, claro que a Divina, ela nos tornará livres. Nada em termos apenas materiais concederá ao cidadão a sua carta de alforria.
Gosto de valer-me do exemplo do
(1869-1948). Muitas cadeias pegou na luta pela independência da Índia. Que realizava então na frieza do cárcere? Escrevia, e suas páginas constituíram-se bandeiras libertárias não somente para o seu povo, como também para outras nações. Com muita propriedade, ensinou o saudoso dr. Bezerra de Menezes:
.
Busquemos, pois, a convivência planetária firmada no Amor e no respeito mútuo, sem esquecer a mais elevada concepção de Justiça.
(1917-1963), em seu discurso diante do Parlamento, no dia 28 de junho de 1963, em Dublin, Irlanda, afirmou que
E, como um descendente de imigrantes irlandeses, prossegue JFK:
Ora, essas também são qualidades do nosso bom povo brasileiro, iluminado de esperança, por pior que seja a conjuntura. Numa hora de satisfação, exclamou o notável
(1763-1838), o Patriarca da Independência:
Ditas todas essas coisas, fica claro aos que
que o aprendizado neste mundo ainda é incompleto. O entendimento hodierno da Vida Espiritual é semelhante ao da Lei da Gravitação Universal, de
(1643-1727), com as presentes contribuições de
(1879-1955). Apenas como argumento, poderíamos dizer que não adiantaria simplesmente negá-la, porquanto nosso saber científico contemporâneo não alcançou por inteiro todas as leis que a regem. Realmente, é necessário reiterar o ensinamento:
. Ponto de vista que viemos discutindo e desenvolveremos no transcurso das explicações do Evangelho-Apocalipse de Jesus, em Espírito e Verdade pelo prisma do Seu Mandamento Novo,
(Evangelho, segundo
, 13:34 e 35)
José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.



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