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Amor Fraterno: bandeira acima de todos os ódios humanos

  • Foto do escritor: Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
    Marcos Paulo Assis, editor — com apoio de IA
  • 15 de jun. de 2021
  • 1 min de leitura

Paiva Netto

A humanidade, sabendo ou não, anseia por um clima espiritual e social menos poluído. Tudo isso só pode parecer utopia num orbe saturado de ódios e contendas de todos os matizes. Entretanto, tendo alcançado o entendimento superior a respeito do que fazem neste burgo planetário

e cientes de que sua vida prosseguirá após a morte

, a mulher e o homem, mais dia, menos dia, saberão valer-se de todas as riquezas da Terra, sem delas se tornarem escravos. Atualíssima lição moral de

Paulo Apóstolo

, recomendável também para os representantes dos povos do mundo:

— Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas não me deixarei dominar por nenhuma delas

(Primeira Epístola aos Coríntios, 6:12). Ora, tenho sempre advertido que

Deus nos deixa moralmente livres, mas não imoralmente livres

, pois todos os atos humanos têm infalível consequência, pública ou no interior daqueles que os perpetram, seja nesta dimensão densa ou na mais sutil. A poluição do ar, a da comida, a das águas, a das terras, a dos animais, todas elas originam-se na poluição espiritual, mental, moral, ética, visto que resultam do desamor das criaturas para consigo mesmas. É desdobramento da ganância como constituição de uma sociedade que cava a sua própria sepultura. Isso tudo só pode ser suplantado quando o Amor Fraterno for bandeira erguida acima de todos os irracionalismos odientos, porquanto, não me canso de repetir o que o

Cristo

nos revelou, por intermédio de

João Evangelista

, em sua Primeira Epístola, 4:8:

“Deus é Amor”

.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

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