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  Vida e Saúde

Simulação de parada cardiorrespiratória no Hospital VITA Curitiba
[08-05-2009]

Uma intoxicação por uso de cocaína faz com que um paciente seja transferido de helicóptero do litoral paranaense para o Hospital VITA Curitiba. Na chegada, complicações evoluem o quadro para uma parada cardiorrespiratória. A história contada acima poderia ser verdadeira, mas faz parte de uma simulação que será realizada no dia 12 de maio, Dia do Enfermeiro, no Hospital VITA Curitiba, dentro da programação da Semana de Enfermagem.

A simulação será transmitida para o auditório, seguida de uma mesa-redonda sobre “O Papel do Médico no Atendimento”, “A Importância do Atendimento Multidisciplinar no Atendimento a Parada Cardiorrespiratória e Grupo de Parada Cardiorrespiratória” e “Interação do Atendimento Pré-Hospitalar e Serviços Hospitalares”. O debate terá a participação do emergencista Felipe Dufloth, da enfermeira chefe do Pronto-Socorro do VITA Curitiba, Débora Sourient, e do enfermeiro do Siate/Samu Gerson Albuquerque.

Estima-se que 500 mil pacientes sejam submetidos à reanimação cardiorrespiratória durante a internação nos hospitais dos Estados Unidos anualmente. No Brasil, os problemas cardíacos fazem 310 mil vítimas por ano, o que corresponde a 30% do total de mortes do país.

A parada cardiorrespiratória tem alto índice de mortalidade, sendo a sobrevida de 5 a 35%. E, dos que são reanimados, uma percentagem elevada permanece com déficits neurológicos. A demora no atendimento ou a falta de qualificação da equipe eleva a mortalidade ou as seqüelas. “Desde o momento que o paciente teve a parada, a equipe tem até seis minutos para prestar o atendimento com qualidade. Após esse período, aumenta a probabilidade de lesões neurológicas e até mesmo de morte”, explica Débora.

Outro fator que agrava o problema no Brasil é que a população não tem a cultura e não está preparada para prestar os primeiros-socorros. “Por isso, a orientação é chamar imediatamente o socorro no caso de uma emergência como a parada cardiorrespiratória”, complementa a enfermeira.

Os enfermeiros das unidades de emergência aliam a fundamentação teórica, a capacidade de liderança, o trabalho, o discernimento, a iniciativa, a habilidade de ensino, a maturidade e a estabilidade emocional. “Por isso a constante atualização destes profissionais é necessária, pois desenvolvem com a equipe médica e de enfermagem habilidades para que possam atuar em situações inesperadas de forma objetiva e sincrônica”, explica Débora.

  • Simulação de Parada Cardiorrespiratória com resgate aéreo
  • Quando: 12 de maio, às 10h
  • Onde: Hospital VITA Curitiba - BR 116 – KM 396, nº 4021
  • Duração da simulação: 20 minutos
  • Sugestão de fonte: enfermeira chefe do Pronto-Socorro do VITA Curitiba, Débora Sourient





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